segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Sexta - Feira 30/01









Levantei eram 7:30 da manhã, percebi que haviam pessoas tomando banho no igarapé, aproveitei fui tirar algumas fotos.
Encontrei no caminho uma árvore que eles chamam de olho de Exu , pois da uma pequena semente vermelha e preta.
O sitio exporta flores tropicais,
Felipe cultiva o sonho de um dia se aprontar na religião e colocar nesse espaço um monumento a Mãe Oxum nesse espaço.
Depois de um bom café da manhã no sitio. Fomos conhecer alguns pontos turísticos, depende com qual olhar se olha para eles, o que eu dirigi para eles foi religioso, ecológico, educativo. O Mangal das Garças, é um espaço que oferece o contato direto com a natureza ele abriga belíssimos viveiros de aves especificas da região como, fiquei fascinada com as Garças .Além da vegetação e árvores raras da região existe um complexo com pórtico, restaurante , quiosque para lanche e uma torre mirante farol.
Uma estrada forrada em verde vivo, que o acesso conduz ao quiosque onde permite o visitante ficar bem mais próximo do rio.
O Rio Amazona é o maior do mundo, não dá para deixar de comparar a cor com o nosso rio Guaíba.
Ainda dentro do Mangal das Garças , o restaurante.
O porto é um local que abriga experientes pescadores, inclusive alguns moram dentro dos barcos.
O ver o peso o cartão postal de Belém, o nome é originário do posto fiscal criado em 1688, naquele local era obrigatório ver o peso das mercadorias que saiam ou chegavam à Amazônia, a fim de serem cobrados os devidos impostos. Está a margem de igarapé Piyé é a maior feira da América Latina, abriga duas mil barracas e camelos que vendem desde do Peixe,ervas medicinais, hortifrutigranjeiros e artesanato. O mercado é muito atraente por ter uma composição de cores e aromas e sabores onde tudo é novidade.
È muito interessante a forma de abordagem das mulheres que vendem ervas, ela disse um verso ,me pegou de surpresa que eu dei uma gargalhada, que ela também se surpreendeu. Museu do índio,ele fica localizado ao lado do mercado Ver- o Peso, onde tirei essas duas fotos.
Voltamos para o UFRA, antes de começarmos a atividade fui atender a imprensa
concedi entrevista ao Jornalista da Rádio Cultura do Pará.
Concedi uma entrevista para a jornalista da SEPPIR.
Após começou o debate, com o tema, Saúde Quilombolas e Religião de Matriz Africana nessa oportunidade fiz uma analogia com os princípios do SUS com os valores civilisatórios que rege a cosmovisão de mundo africano ,partindo do principio que o primeiro homem nasceu em áfrica, dentro desse olhar que norteou esses princípios foi as práticas africanas que contribuem muito para o país. Foi sugerido pelo Secretário de Gestão Participativa, Antônio Alves, que eu fizesse um artigo de acordo com o tema abordado.
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No final da tarde chegou Mãe Vera de Oiá, companheira de luta do estado do Rio Grande do Sul. Integrou-se imediatamente na discussão.
O ponto alto foi a Mesa redonda , tivemos o privilégio de termos a presença do ministro Edson Santos.

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